Finalista · 8ª edição · Troféu Música Boa
Joseildo Santos
Gravatá · Pernambuco
Na finalPot-pourri: Quando a chuva passar · Razões · Que nem jiló
Concorre também ao Prêmio Melhor Canção Autoral
Quem é
A trajetória de Joseildo
Joseildo Santos aprendeu a cantar ouvindo o pai, vaqueiro, entoar aboios na fazenda onde trabalhava. A primeira plateia veio em 2001, na Escola Intermediária João Paulo I, em Mandacaru, Gravatá: responsável pelo som da escola, pegou o microfone para preencher a espera antes de uma palestra e não parou mais. Em 2003 já cantava profissionalmente com um grupo de amigos.
São mais de 23 anos de estrada, em igrejas, escolas, casamentos, bares e festas de Mandacaru, São Severino e da sede de Gravatá, muitas delas pela Prefeitura. Fez um teste ao vivo, diante de mais de 15 mil pessoas, e entrou para a banda Cabras do Forró; já dividiu o palco com Geraldinho Lins e hoje se apresenta todo fim de semana num hotel da região. Vive só de música: canta, toca teclado e violão, compõe e vai do forró das antigas ao piseiro, passando pelo brega, pelo arrocha e até pelo pagode. Na final, apresenta um pot-pourri de "Quando a chuva passar", "Razões" e "Que nem jiló", arranjado com o tecladista Cristiano Brasil.
A grande final
Centro Cultural de Bonito
Dez finalistas, júri técnico e o Troféu Voz do Público, escolhido por quem estiver na plateia. Entrada franca e transmissão ao vivo.

